Facto: por muito tempo que passe, não me consigo desligar da blogosfera.
quinta-feira, 28 de março de 2019
domingo, 18 de novembro de 2018
Invest in yourself
Nestes últimos 3 anos tenho investido em mim como nunca antes o tinha feito, tanto ao nível do físico como psicologicamente. E os resultados têm sido incríveis: estou mais sorridente, mais feliz, mais em paz comigo mesma e com os outros. Ganhei coragem de alterar a minha rotina, de mudar alguns aspetos da minha personalidade que precisavam de ser trabalhados. Depois de tantos anos a querer agradar a toda a gente e pôr-me sempre em último plano, comecei a encarar a minha vida numa outra perspetiva e a colocar-me (quase) sempre em primeiro lugar.
Agora, passados três anos de ter tomado esta iniciativa, está na hora de avançar para outro nível. Quem me acompanha há algum tempo sabe que eu tenho por hábito treinar em casa. Até agora, treinar em casa sempre foi suficiente - tinha que o ser. No entanto, cheguei a uma altura em que necessito seriamente de avançar, de progredir mais e mais rapidamente, e treinar em casa com peso corporal não me permite isso. Está na hora de me inscrever num ginásio, acordar 3 dias por semana mais cedo que o normal, e evoluir. Evoluir para me sentir melhor comigo mesma. Evoluir para conseguir atingir aquele número na balança que tanto anseio há tanto tempo. Está na hora de investir ainda mais em mim (quer no tempo, quer monetariamente) e lutar mais pelos meus objetivos. Pela primeira vez na minha vida vou-me inscrever num ginásio e não sei o que esperar - acredito que será difícil porque estou em baixa forma física. Mas, em simultâneo, não podia estar mais entusiasmada.
quinta-feira, 1 de novembro de 2018
Outubro de 2018
Outubro foi um mês gigante. Demorou a passar e foi longo e cansativo. Em outubro cheguei muitas vezes a casa cansada, fiz duas viagens em trabalho para o Sul, mas, em simultâneo, consegui aproveitar da melhor forma com todos aqueles que me rodeiam. Aproveitei este mês para namorar, sair de casa, experimentar novos lugares, visitar familiares e ser muito feliz.
No entanto, nesta última semana, outubro deixou-me triste e abalada. Pregou-me um choque gigante que me obrigou a repensar na vida e no seu significado. Outubro terminou da pior forma possível e, por isso, hoje não vos trago os meus melhores momentos deste mês. Hoje apenas vos digo para agarrarem todas as oportunidades que a vida vos dá, todos os momentos ao lado das vossas pessoas. E tentarem sempre ser muito felizes!
sábado, 27 de outubro de 2018
Vida Profissional: o Início
Para quem estudou toda a vida - embora tenha feito dois estágios enquanto estudante -, iniciar a minha vida profissional foi um marco muito importante para mim. Ainda só estou a trabalhar a 100% há quase dois meses, é um facto, mas ter começado a trabalhar mudou imenso a minha vida. Primeiro, porque comecei a trabalhar numa cidade que não é a minha. Segundo, porque deixei de conviver diariamente com as minhas pessoas, deixei de ir a aulas e comecei a ter os fins-de-semana livres do estudo e trabalhos.
Como em todas as novas fases das nossas vidas, é necessário um período de adaptação. Eu ainda me estou a adaptar a esta nova realidade e rotina. Mas, para já, gosto. Para já não tenho saudades da faculdade nem do stress das avaliações. Para já gosto imenso do que faço e gosto de sentir que o meu trabalho é valorizado. Trabalhar é mesmo muito diferente de estudar, não o nego. Mas, para já, estou a adorar.
domingo, 14 de outubro de 2018
Hello, again!
Já passou mais de um mês desde a última vez que escrevi aqui. Desta vez, ao contrário do habitual, deixei de escrever não por falta de ideias ou de inspiração - até porque tenho em mente alguns temas que gostava de trazer para aqui, cuja lista vai aumentando -, mas sim porque me estive a habituar a uma nova rotina, a uma nova função, a um novo local.
Em setembro iniciei a minha vida profissional e desta vez é a sério. Trata-se ainda de um estágio profissional, mas é numa cidade diferente da minha e numa empresa que me tem desafiado imenso nos últimos dias. Voltei a acordar cedo, voltei a chegar a casa tarde, voltei a ficar com os olhos cansados de passar 8 horas em frente a um computador. Mas voltei a criar uma rotina que me agrada e a manter-me mais ativa. Gosto bastante de ter os dias preenchidos e agarrei esta oportunidade cheia de energia. No entanto, ainda me encontro em fase de adaptação.
Para além desta mudança um bocado radical na minha vida, que me obrigou a deixar a minha zona de conforto, neste curto espaço de tempo terminei o meu Mestrado. Defendi a minha dissertação e fechei uma etapa que me marcou muito: quer pelas pessoas incríveis que conheci e pelas quais nutro bastante carinho, quer pelas aprendizagens que me proporcionou. Ter entrado neste Mestrado há 2 anos atrás, quando ainda não sabia bem aquilo que queria, foi a melhor decisão que poderia ter tomado. Hoje, após ter terminado a minha vida académica, olho para trás com orgulho de todo o meu percurso e por saber que excedi as minhas expectativas. É mesmo muito gratificante ver todo o esforço compensado.
Mas agora que a minha maior dor de cabeça terminou (dissertação) e que já me começo a habituar a esta nova fase tão diferente da minha vida, tenciono continuar por cá, com mais frequência que o habitual. A blogosfera recebe-me sempre de braços abertos e eu sinto-me grata e feliz por poder voltar sempre.
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
Agosto de 2018
Falo-vos hoje do mês de agosto com três dias de atraso - shame on me! Mas com ou sem atrasos, agosto foi um mês muito generoso comigo. Tive direito às minhas merecidas férias com os meus pais, a almoços e jantares gulosos que me enchem o estômago e fazem a minha alma vibrar, terminei a versão final finalíssima da minha dissertação, e usufrui de 3 dias maravilhosos ao lado da minha cara metade, numa cidade que tanto nos diz. Resumindo: em agosto fui verdadeiramente feliz, superei-me em vários aspetos e mantive-me relaxada. Foi um bom mês para recuperar energias. Deixo-vos, aqui, os melhores momentos deste mês:
terça-feira, 28 de agosto de 2018
Darkest Hour (2017)
Estamos em Maio de 1940 e a Europa está perdida: Hitler já conquistou alguns países e o seu fanatismo tem tomado proporções desmedidas. A única esperança para o Parlamento do Reino Unido é a demissão do atual Primeiro Ministro (Neville Chamberlain) e a tomada de posse deste tão importante cargo por alguém suficientemente capaz de salvar a Inglaterra de uma invasão nazi.
É, nesta altura, que Winston Churchill, o patinho feio do Parlamento, assume o cargo de Primeiro Ministro do Reino Unido e se depara com a maior indecisão da sua longa vida: assinar um Tratado de Paz com a Alemanha e admitir a derrota, deixando a Europa sucumbir às atrocidades dos nazis, ou lutar com todos os seus meios para impedir a invasão iminente dos alemães ao Reino Unido?
Darkest Hour é um filme que nos demonstra, de forma nua e crua, a realidade política, as inseguranças de um homem que tem em si os maiores poderes da sua nação, e a sua coragem para enfrentar os inimigos que o enfrentam. Com uma caracterização excelente da personagem principal, esta longa metragem mostra-nos não só as tomadas de decisão para o maior salvamento de soldados britânicos (em Dunkirk) e como Churchill conseguiu lidar com a pressão, como nos apresenta de igual modo a importância da sua esposa na sua vida profissional. Em adição, apesar da sua postura séria e rabugenta, em Darkest Hour podemos testemunhar alguns momentos de ternuna do Primeiro Ministro. Este foi o único filme que vi acerca desta tão importante figura europeia e apreciei cada segundo do mesmo.
segunda-feira, 27 de agosto de 2018
Café Santiago (Porto)
Depois de ter provado as famosas francesinhas de Braga (podem ler tudo sobre a Taberna Belga aqui), fiquei com imensa vontade de experimentar as francesinhas na Invicta, a cidade desta iguaria. Desta forma, a escolha para o almoço de quarta-feira foi rápida: eu e a minha companhia estávamos em sintonia e procurámos rapidamente os melhores restaurantes do Porto para comer esta especialidade. E depois de consultarmos alguns sites com o ranking dos melhores restaurantes, a nossa escolha recaiu sobre o Café Santiago.
Perto do Coliseu do Porto, o Café Santiago é, tal como o próprio nome indica, um café que serve refeições, com uma decoração bastante simples e tradicional, e um espaço adequado para os clientes (nem muito grande, nem muito pequeno). Como fomos cedo (por volta das 12h), conseguimos mesa com facilidade, mas quando saímos, já perto das 13h, havia fila de espera e o café estava completamente cheio.
A francesinha da casa foi o prato escolhido dentro de algumas opções, acompanhada com batatas-fritas. O veredicto final? Não fiquei fã. Esta foi considerada a melhor francesinha do Porto em 2015 e encontra-se nas 5 melhores francesinhas este ano, mas não me convenceu; mais pequena que a da Taberna Belga, o pão era mais duro e a mistura de sabores não me agradou. Na minha opinião, não tem uma boa relação de qualidade-preço. É ideal se pretenderem comer uma francesinha, mas não para provarem as melhores do Porto. O único ponto a favor era o molho. Esse sim, estava no ponto e delicioso, dos melhores que já provei.
Saí do Porto naquele dia um bocado desiludida. No entanto, não perdi a esperança e tenciono experimentar outros restaurantes da Invicta para me deliciar com esta especialidade.
Para vocês, qual a melhor francesinha que já comeram?
domingo, 26 de agosto de 2018
Rush (2013)
A Fórmula 1 está longe de ser uma modalidade que eu aprecio. Conheço os nomes e caras dos pilotos mais importantes, mas não acompanho de perto o campeonato e desconheço muitas das suas particularidades e características. Por isso é que sempre torci o nariz quando me falaram sobre o filme Rush. Este filme retrata a história de dois conhecidos rivais da Fórmula 1 nos anos 70, James Hunt (Chris Hemsworth) e Niki Lauda (Daniel Bruhl). Não me cativava. No entanto, na passada quarta-feira decidi dar-lhe uma oportunidade e digo-vos: ainda bem que o fiz!
A história de vida destes dois pilotos de Fórmula 1 é narrada ao longo do filme por Niki. Este expõe, pormenorizadamente, como conheceu o seu rival, como lutaram para serem grandes pilotos de Fórmula 1 e como ambos conseguiram ser Campeões do Mundo nesta modalidade. Sempre com os olhos postos no rival, cada um lutou em todas as etapas, contra todos os riscos e adversidades, para vencer e ser o melhor do mundo. Mas esse lugar estava apenas garantido para um.
Este filme demonstra-nos muito mais que uma simples rivalidade entre dois pilotos. Mostra-nos respeito, a necessidade de nos superarmos a nós próprios, o caminho e a luta fundamentais para o nosso próprio sucesso. E mostra-nos ainda que a vida nem sempre está disposta a colaborar connosco. Muito emotivo, e com uma dose semelhante de determinação e perserverança, Rush prendeu-me ao ecrã do início ao fim. Que agradável surpresa.
sábado, 25 de agosto de 2018
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
Julho de 2018
Julho foi, para mim, um mês muito especial. Apesar de não nos ter presenteado com as temperaturas altas a que estamos habituados por esta altura, julho trouxe-me as férias que tanto precisava. Passei a maior parte dos meus dias por casa, a trabalhar na dissertação, e agradeci o facto de não ter vindo o calor, pelo menos nas primeiras semanas. Também tive a oportunidade de acompanhar mais frequentemente as minhas séries, de ver um ou dois filmes que queria muito, e de finalmente poder aproveitar os fins-de-semana para estar com a família. Julho foi um mês de reencontros, de muitos momentos em família e de programas a dois. E só por isso foi maravilhoso.
Para recordar este mês que terminou, deixo-vos aqui os melhores momentos que julho me proporcionou:
terça-feira, 31 de julho de 2018
Desafio 1+3: Uma regra
Considero que levo uma vida um bocado regrada. A certo ponto, penso que todos nós o fazemos. Sejam regras de comportamento em público, sejam regras de trânsito ou regras mais pessoais, a verdade é que só conseguimos coexistir com regras bem definidas. A nível pessoal, tenho algumas regras que gosto de respeitar. Gosto de ser pontual e detesto quando outros fatores que não controlo me impedem de o ser. Gosto de dizer sempre bom dia às pessoas com quem me cruzo de manhã e que, apesar de não as conhecer, acabam por fazer parte da minha rotina. Espero sempre 3h para fazer a digestão antes de iniciar qualquer atividade física ou ir para a água. Ponho sempre protetor solar antes de sair de casa. Não utilizo o telemóvel à mesa nem quando estou com alguém - só se for algo mesmo muito importante. Falo todos os dias com o meu namorado, mesmo que ele esteja do outro lado do mundo. Não salto refeições. Podia ficar aqui horas a escrever sobre as regras que me guiam no meu dia-a-dia, que são imensas, mas, para este tema do Desafio 1+3 optei por trazer uma que, de certa forma, molda muito a minha personalidade: ser sempre honesta nas minhas relações.
Se me questionam sobre algo, se me magoam de certa forma, se não concordo com alguma atitude ou situação, eu vou falar sobre isso de forma honesta. Dizer tudo aquilo que penso, da forma mais correta possível. O meu objetivo não é magoar a pessoa; é, muitas vezes, tentar entender o seu ponto de vista ou razão para ter tido determinada atitude. Seja em família, com o meu namorado ou amigos. Consigo ser muito direta sem ser rude e, assim, evito muitas vezes interpretações erradas ou chatices desnecessárias. Eu gosto de conversar sempre sobre aquilo que me incomoda, e só assim consigo ficar de consciência tranquila.
segunda-feira, 30 de julho de 2018
Ecovia do Vez
Já mencionei aqui algumas vezes que adoro fazer desporto. Treino regularmente em casa para me manter ativa e conseguir atingir alguns objetivos a nível físico. No entanto, não costumo correr ou caminhar com frequência. De vez em quando, aos fins-de-semana, lá consigo fazer um percurso de 5km a caminhar, mas nunca me aventurei a fazer mais com receio de não ser capaz.
Por isso é que nunca pensei ser capaz de fazer um percurso inteiro de mais de 10km. Quando os meus primos me desafiaram a fazer a Ecovia do Vez, em Viana do Castelo, referi muitas vezes que deveríamos apenas fazer cerca de 6/7km, e depois regressar, totalizando no máximo 14km de caminhada. Mas a ambição e positivismo dos meus primos fez com que, no passado domingo, fôssemos todos capazes de realizar a maior parte do percurso: dos 32,7km que a Ecovia que liga Arcos de Valdevez ao Sistelo detém, conseguimos percorrer, com sucesso, 22,7km.
São muitos quilómetros a percorrer, é um facto. E caminhar com uma mochila às costas não é, de todo, fácil. No entanto, tivemos a sorte do tempo nos ter ajudado e fomos capazes de caminhar todos juntos - sempre esperando uns pelos outros - e apoiando-nos uns nos outros. Só faria sentido desta forma. Uns mais bem preparados, outros menos, a verdade é que todos conseguimos chegar ao final. E não há maior prova de superação do que essa.
A Ecovia do Vez presenteia-nos com vários tipos de dificuldade, dependendo do lado do percurso em que começam. Nós iniciámos a caminhada em Arcos de Valdevez, no centro, e terminámos em Sistelo. Assim sendo, os primeiros 10km foram percorridos quase maioritariamente em passadiços ou em zonas com cimento, sempre entre árvores. No entanto, os últimos 10km já continham alguns desafios: por um lado, uns 2km foram realizados em estrada; por outro, os últimos 5km continham subidas e descidas acentuadas, em terra batida, diminuindo, consequentemente, o nosso ritmo. Nas descidas mais acentuadas era mesmo necessário algum cuidado e caminharmos mais devagar para ninguém se magoar. Para quem quiser fazer este percurso, aconselho a iniciarem em Sistelo, onde ultrapassam os maiores desafios quando ainda estão a começar, e depois terminam com o piso mais regular.
O percurso, em si, é lindíssimo. Sempre rodeados pela Natureza, a acompanhar a margem do rio, podemos ver casas típicas da região, moínhos, cascatas, sítios mais rurais e paisagens fabulosas. Para quem gosta da Natureza, é sem dúvida uma excelente opção.
O percurso, em si, é lindíssimo. Sempre rodeados pela Natureza, a acompanhar a margem do rio, podemos ver casas típicas da região, moínhos, cascatas, sítios mais rurais e paisagens fabulosas. Para quem gosta da Natureza, é sem dúvida uma excelente opção.
22,7km depois, eu não podia estar mais orgulhosa de mim. Não só consegui fazer o percurso a que nos propusemos, como não senti grandes dificuldades durante a caminhada. Nos últimos quilómetros mantive o foco e, com o apoio de todos, consegui ignorar as dores que começaram a emergir e apreciar as paisagens que a Ecovia nos proporciona. Cheguei ao destino final toda suja e muito cansada. Mas cheguei igualmente muito feliz por me ter superado, uma vez mais. Aqui está a prova de que a nossa mente é a nossa maior limitação; e se ambicionarmos mais e trabalharmos para isso, conseguimos tudo. Nunca vou esquecer este dia.
quinta-feira, 26 de julho de 2018
Taberna Belga
A Taberna Belga, em Braga, é conhecida como a detentora das melhores francesinhas da cidade. Muitos são os turistas que se dirigem ao restaurante para provar as tão famosas francesinhas. No entanto, eu, que resido desde sempre em Braga, nunca as tinha provado. Chocante, certo? Perguntavam-me muitas vezes sobre a sua qualidade, e eu, tristemente, nunca podia responder. Não me interpretem mal: eu adoro francesinhas. Não sou grande apreciadora na medida em que não consigo dizer se a francesinha do lugar X é melhor do que a do lugar Y. Até porque são raríssimas as vezes em que me dirijo a algum lado para comer esta iguaria. Shame on me, mas esta é a verdade.
Foram várias as vezes em que tentei provar as francesinhas da Taberna Belga, mas com a fama do restaurante, sempre que tentava lá ir, a fila era gigante. Aconselho, a quem quiser comer e não gostar de esperar horas numa fila para arranjar mesa, que tente ir antes das 20h. E foi assim que numa agradável sexta-feira decidi experimentar um dos pratos mais falados da minha cidade.
O pedido foi igual para os dois (a francesinha da casa), e acompanhamos com uma dose de batatas. O veredicto final? Estava deliciosa! Nunca provei as francesinhas no Porto, nem vos consigo garantir de que esta é a melhor que já comi; mas a francesinha é deliciosa e o molho é abismal. Não é muito picante, como eu gosto, e a combinação de sabores é de agradar aos deuses! O bife era muito tenro, quase sem nervos, e em relação ao tamanho, este é suficiente para nos deixar satisfeitos. Já me tinham dito várias vezes de que as francesinhas são grandes e que muita gente é incapaz de comer uma inteira. De facto, esta foi a maior francesinha que comi. Mas, para ser sincera, não fiquei cheia. Fiquei satisfeita, mas não cheia. Ainda houve espaço para as batatas e, se quisesse, sobremesa. O truque? Nesse dia optem por lanches mais leves porque 1) se forem cedo, jantam cedo e 2) assim têm a certeza de que a conseguem comer.
A minha primeira experiência na Taberna Belga foi muito positiva e tenciono regressar lá daqui a uns tempos. Só de me lembrar e de olhar para a fotografia já me dá vontade de ir hoje. Só tenho pena de não ter provado mais cedo!
Fotografia da minha autoria.
terça-feira, 24 de julho de 2018
Tal como referi na última publicação, desde sexta-feira que estou de férias. No entanto, estou sempre a correr de um lado para o outro a tratar de tudo o que fui adiando, a estar com as minhas pessoas, a ir a consultas para as quais não tinha tempo, a aproveitar meia horita no sofá para rever aquela série que está a dar. E, no meio de tudo, de toda a azáfama dos meus dias, o blogue tem sofrido.
O mês de julho tem sido péssimo no que concerne à minha presença por aqui. Estive na reta final da dissertação e tudo o que eu tinha menos vontade de fazer depois de passar horas a escrever era, precisamente, voltar a fazê-lo. Só queria desligar-me do computador e sair. E agora que tenho estado de férias, continuo a colocar o blogue de lado. Não é por falta de conteúdo, até porque tenho 4 publicações pensadas. Falta é executar. Falta tirar umas duas horinhas, num dia, e decidir escrever. O blogue sempre sofreu com o aumento do ritmo do meu quotidiano mas, em breve, pretendo mudar isso. Tal como tudo na minha vida, só necessito de um bocado de disciplina para voltar a escrever com mais frequência. Eu adoro a blogosfera e adoro escrever. Por isso, embora esteja numa fase menos ativa, continuarei por cá. Espero, também, que vocês continuem desse lado.
segunda-feira, 23 de julho de 2018
Olá férias!
Tal como tinha prometido a mim mesma, a semana passada terminei, finalmente, a minha dissertação. Ainda não está submetida, é certo, mas já me sinto de férias até ter que voltar a abrir o documento para os retoques finais.
Este último ano letivo foi muito complicado, confesso. Não tive férias o verão passado, tive unidades curriculares muito exigentes e conciliei um estágio curricular com a dissertação, o que não foi, de todo, fácil. Mas ainda assim consegui cumprir com os prazos que tinha estipulado no início e agora vou poder descansar um bocado antes de abraçar de vez o mundo do trabalho. Parece irreal, mas sim, finalmente estou de férias!
segunda-feira, 16 de julho de 2018
Fazer exercício-físico faz-me sentir mesmo muito bem. Mesmo naqueles dias de calor infernal em que começo a transpirar mal visto o equipamento. Mesmo naqueles dias em que estou demasiado ocupada e me sinto de certa forma culpada por colocar o exercício como uma das minhas grandes prioridades. E faz-me sentir bem mesmo naqueles dias em que tenho que acordar muito cedo para conseguir dar resposta a todos os meus afazeres.
Posso ter mil e uma ocupações, tarefas ou sentir-me frustrada com alguma coisa, mas na hora de vestir o equipamento, calçar as sapatilhas e começar a treinar, nada mais importa. Só penso em mim e no meu corpo e dou o máximo. Sempre.
segunda-feira, 2 de julho de 2018
Junho de 2018
Mais um mês que passou a voar. Sinto que começo todas as publicações de final de mês da mesma forma: a queixar-me do facto de nem ver o tempo passar. Mas a verdade é que sinto que está tudo a passar demasiado rápido e eu continuo com muito por fazer. Junho foi um mês muito atarefado, e eu gosto quando assim é. Gosto de me sentir ocupada, de ter os meus dias preenchidos. Eu adoro ficar umas horinhas a descansar no sofá, como é óbvio, mas adoro igualmente ter os meus dias repletos de afazeres. E junho foi um mês assim: muitos acontecimentos na agenda, muitos afazeres no meu dia-a-dia. Este mês não só trouxe o verão e as altas temperaturas consigo - embora por pouco tempo -, como trouxe dias longos, ao lado das minhas pessoas.
E olhando para trás, estes foram os momentos mais marcantes deste sexto mês do ano:
sexta-feira, 29 de junho de 2018
Estágio Curricular: o Adeus
Ontem terminou uma das fases mais importantes da minha vida: findou o estágio curricular que me encontrava a realizar para efeitos da dissertação de mestrado. Estive durante 6 meses a acompanhar o dia-a-dia de uma empresa e a propôr e realizar alterações de forma a tornar algumas das suas operações mais eficientes e com menos desperdícios. Foram 6 meses muito intensos, de muito esforço e, apesar de algumas das minhas expectativas terem saído defraudadas - muito em parte por minha culpa, que as mantenho sempre elevadas quando um novo desafio surge -, tenho consciência de que aprendi e desenvolvi competências que me serão exigidas quando iniciar verdadeiramente a minha vida profissional. Foi uma experiência muito enriquecedora, e que me deixa nostálgica por já ter terminado. Cada fase da nossa vida marca-nos e deixa-nos assim, faz parte. Mas, no final, sinto-me grata por ter tido esta oportunidade e por sentir que cresci imenso como pessoa e como profissional com as pessoas com quem partilhei a minha rotina.
sábado, 16 de junho de 2018
Desafio 1+3: 13 Qualidades
Quando li o segundo tema deste desafio, nunca pensei que seria tão difícil pensar acerca das minhas qualidades do que efetivamente foi. Eu conheço-me muito bem e tenho plena consciência do que valho, das minhas forças e daquilo que sou capaz. Eu sei tudo aquilo que já conquistei e falhei; e reconheço qualidades e defeitos em todas as minhas atitudes. Sempre tive essa noção e sei admiti-lo. No entanto, na hora de refletir sobre 13 das minhas qualidades, aquelas que melhor me definem enquanto pessoa, tive bastante dificuldades. E por isso é que abracei este desafio sem pensar duas vezes: por ter a certeza de que não seria, de todo, fácil; e por saber que me proporcionaria momentos de muita introspeção. Após a minha reflexão, estas são as qualidades que melhor me caracterizam:
1. Sou metódica/disciplinada: Há quem diga que sou a pessoa mais disciplinada que conhecem. Não só nos meus estudos, como para o resto na minha vida. Se me mentalizo que algo tem que acontecer, que tenho que lutar para atingir algum objetivo, se é necessário esforço, eu nem penso duas vezes. Eu faço e pronto. Não preciso de pressão nem de incentivos extra. Toda a minha vida fui metódica e disciplinada em quase tudo - claro que houve uma ou outra situação em que cedi e falhei -, mas sempre fui muito regrada. O que tem que ser tem muita força.
2. Sou focada: Estabeleço objetivos que pretendo atingir - sempre muito terra-a-terra - e foco-me até os alcançar. Esta qualidade vem de encontro às características que mencionei no primeiro ponto, e eu não conseguiria ter a disciplina que tenho se não me focasse sempre em atingir o que quero. Só assim faz sentido.
3. Sou simpática: Apesar do meu olhar sisudo quando estou na rua, eu sou uma pessoa simpática e acessível. Podem abordar-me, falar comigo à vontade que eu serei sempre simpática. É uma característica que herdei da minha mãe, e recebemos sempre as pessoas com um sorriso rasgado no rosto.
4. Gosto (e muito) de aprender: Sou curiosa por natureza e gosto de aprender sobre os mais variados assuntos. Gosto de muita coisa e durante algum tempo encarava isso como um defeito meu, mas aprendi que este gosto variado me permitiu aprender sobre tanta coisa fascinante...! Tenho ainda muito para aprender, e ainda bem.
5. Sou super organizada: Não conheço ninguém tão organizado como eu. Gosto de apontar tudo, definir planos, estabelecer datas. Gosto igualmente de ter tudo arrumado e nos seus devidos sítios. Sou organizada por natureza e sei que esta minha qualidade me permitiu ser bem sucedida no campo académico. Quando as avaliações são imensas e as datas demasiado próximas, ser organizada ajudou-me a lidar melhor com o stress e a fazer tudo com muita mais calma.
6. Sou super pontual: Se depender exclusivamente de mim - e não de fatores externos, como trânsito ou transportes públicos -, acreditem que eu chegarei sempre a tempo dos meus afazeres. Eu gosto pouco de esperar pelos outros, por isso faço questão de não fazer ninguém esperar por mim. Se a aula é às 9h, eu estou lá pronta para entrar a essa hora.
7. Sou trabalhadora e esforçada: Ter muito trabalho nunca me assustou, nem ter trabalhos mais exigentes. Eu sou bastante trabalhadora e abraço todos os projetos com muita motivação e esforço - só assim consigo ter mão em tudo. O meu mestrado foi demasiado exigente no que diz respeito à carga de trabalhos, e eu provei a mim mesma mais uma vez o quão esforçada, trabalhadora e empenhada sou.
8. Sou bem-humorada: Eu estou sempre bem-disposta. Sou uma pessoa muito calma, mas em simultâneo estou sempre de bom humor. Mesmo naqueles dias em que não me apetecia sair da cama e enfrentar o mundo; mesmo naquelas alturas em que o choro domina algumas partes dos meus dias. Eu limpo sempre as lágrimas e consigo ficar bem-humorada rapidamente. Não sou aquela pessoa que chega e ilumina os dias de toda a gente com a boa-disposição, é um facto; mas consigo sempre esboçar sorrisos calorosos e estar de bem com a vida. Sempre. Mesmo com o meu olhar sisudo.
9. Sou direta/frontal/honesta: E acho que esta característica se tem vindo a perder nas pessoas nos últimos anos. Eu não digo que gosto de alguma coisa se não gostar. Nem consigo elogiar uma atitude quando não concordo. Mas quero deixar claro que há uma diferença entre ser direta, frontal ou honesta e ser mal-educada e rude. Eu sei a forma como devo falar e expressar a minha opinião nas diversas situações. E não desato a dizer que não gostei de alguma coisa. Só se me questionarem diretamente, ou se achar pertinente e tiver à vontade suficiente com alguém. Caso contrário, mantenho a minha opinião para mim.
10. Sou perspicaz: Na grande maioria das situações, sou muito perspicaz. Há temáticas que não domino e que me custa a entender; é normal termos dificuldades em algumas matérias. Mas sempre fui muito perspicaz e de aprendizagem fácil. Compreendo muito facilmente o que pretendem transmitir.
11. Sou persistente: Não desisto com facilidade. Mesmo que custe a atingir determinados objetivos, mesmo que a vontade às vezes não seja muita, eu consigo manter o foco e e persisto. Insisto até alcançar o que quero ou perceber que não vale a pena.
12. Pestanhas e lábios: Poderia colocar outros aspetos físicos que gosto em mim, mas destaco as minhas pestanhas gigantes e os meus lábios carnudos. Não preciso de rímel para ter umas pestanas que me destaquem o olhar, e sempre gostei de lábios mais preenchidos. Adoro estas duas partes do meu corpo.
13. Sou sonhadora: Adoro sonhar sobre os locais que quero visitar, sobre os momentos que quero viver, sobre o meu futuro... Sonho sobre tanta coisa e gosto tanto! Ter sonhos é muito bom e faz-me bem, mesmo que por vezes sejam irrealistas.
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