sexta-feira, 15 de junho de 2018

sábado, 2 de junho de 2018

Google Alerts


Eu gosto de ler notícias sobre os assuntos que mais me suscitam interesse. Sejam sobre o estado da economia portuguesa, sejam sobre logística e cadeia de abastecimento, eu dedico sempre pelo menos 5 minutos do meu dia a ler notícias e a manter-me atualizada sobre diferentes temáticas ao nosso redor. Por isso, desde que ouvi falar do Google Alerts e da sua capacidade de compilar notícias acerca dos assuntos que mais apreciamos, decidi dar-lhe uma oportunidade. A sua premissa é muito simples: indicamos os assuntos, as empresas, os temas, etc, que mais nos despertam interesse, e recebemos, na nossa caixa de e-mail, todas as notícias inerentes aos mesmos. Simples e fácil, certo? 

Conheci o Google Alerts há relativamente pouco tempo - menos de uma semana, para terem a noção - e, desde então, esta ferramenta tem-me sido mesmo muito útil. Consigo manter-me atualizada sem ter o esforço de procurar pela informação; esta vem parar diretamente à minha caixa de entrada. É fácil, prático, gratuito e poupa-nos imenso tempo. Só por isso, já vale a pena.

Para aderirem ao Google Alerts, basta visitarem este link.

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Desafio 1+3: Uma peça de roupa

O primeiro tema deste desafio lançado pela Carolina aparenta ser muito simples: uma peça de roupa. No entanto, tive um bocado de dificuldade em saber como o abordar. Poderia escolher mil e uma peças para vos falar; umas que me marcaram e tiveram um grande impacto para mim, ou umas novas com as quais estou a criar um novo estilo mais profissional, entre outras. Mas, hoje de manhã, durante um sonho - sim, foi mesmo durante o sonho! - apercebi-me que só fazia sentido explorar este tema que vos vou introduzir que, por vezes, ainda me causa alguma confusão. E a peça de roupa que optei por vos falar é o vestido de noiva. 

À minha volta, neste momento, está muita gente a casar ou prestes a casar. Sejam as primas mais velhas, ou até mesmo colegas de escola ou faculdade. Deste modo, é inevitável que a temática "casamento" surja algumas vezes nas conversas com as mais variadas pessoas. E sempre que me questionam sobre os meus pormenores de sonho num casamento, a minha resposta é sempre a mesma: eu não pretendo casar. 

Não me interpretem mal: eu adoro casamentos, acho mesmo muito bonito a celebração do amor com as pessoas que mais amamos. Um dia inteiro dedicado a uma relação e a festejar junto daqueles que sempre estiveram presentes. Contudo, eu nunca tive intenções de casar, nem nunca sonhei em vestir-me de branco e caminhar para o amor da minha vida. Nunca. E esta minha opção de vida, chamemos-lhe assim, choca muita gente. Sempre que o digo - e faço sempre questão de frisar bem os argumentos e as minhas escolhas - bombardeiam-me com frases do género "Isso dizes tu agora, mas mais tarde vais querer casar também" ou "Como é que é possível não quereres algo tão lindo e especial?", ou ainda "Quando vires toda a gente a casar à tua volta vais querer também". A pior resposta que obtive foi "Isso é muito triste!". Não é triste, não é algo que tenha pensado só agora nem sei se algum dia irei mudar de opinião. Não digo que é completamente impossível isso acontecer; acho que todos já nos apercebemos a esta altura do campeonato que nem sempre concordamos com as decisões e opções do nosso eu há uns anos atrás. Mas, neste momento, não me imagino a casar. 

O vestido de noiva é algo que a maioria das mulheres sonha, é A peça de roupa da vida de muitas. Mas, a mim, não me diz rigorosamente nada. É algo que não tenciono ter no meu guarda-fatos. E tenho que ser honesta comigo mesma acerca deste assunto. 

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Maio de 2018


Todos os meses me queixo da mesma coisa: o tempo está a passar demasiado rápido e quando olho para o calendário já é fim do mês. Tenho tanto para fazer, tanto para trabalhar, e sinto que o tempo que tenho disponível começa a ser escasso para tudo aquilo que pretendo. No entanto, tenho tido a sorte de usufruir de tudo o que a vida me tem proporcionado. Sejam os momentos em família, que vocês sabem que eu tanto valorizo, sejam os momentos a dois ou com os amigos do costume. Os jantares gulosos, os passeios românticos e a minha dedicação aos projetos em que estou inserida têm caracterizado os meus últimos meses e eu não poderia estar mais grata por isso. 

sábado, 26 de maio de 2018

Desafio 1+3

Não é fácil muitas vezes pararmos para pensar acerca da nossa vida. Das pessoas que nelas se inserem, nos momentos que temos vindo a partilhar, nas características que temos vindo a desenvolver na nossa personalidade, nas atitudes que temos para com os outros ou até mesmo nos locais que mais nos fazem bem. Não é fácil fazermos uma reflexão sobre tudo o que afetamos à nossa volta, sobre a forma como, aos poucos, a nossa vida vai mudando ou até mesmo sobre os medos que vão surgindo de forma inexplicável. 

Olharmos de forma crítica para a nossa vida obriga-nos a parar e pensar em tudo aquilo que, por vezes, não nos é possível; e só nos faz bem. Soltarmo-nos e sermos verdadeiramente honestos connosco próprios. É com este intuito que a Carolina nos lança o Desafio 1+3. Qual é o objetivo? Sem regras, sem prazos a cumprir e sem obrigações, partilharmos um movimento de amor próprio como ela refere. Para tal, basta enviarem-lhe um e-mail para carolina@thirteen.pt e ela prontamente vos indicará tudo aquilo que precisam de saber. E, como ela própria diz, "Se cada um de nós conseguir inspirar e/ou trazer três pessoas para esta aventura de reflexão pessoal, criaremos uma corrente de positivismo e boas energias". Iniciativas deste género são de louvar, por isso, alinham comigo e com a Carolina? 

The Wolf of Wall Street (2013)

Esta semana regressei às noites de cinema em casa para rever um dos filmes que mais me marcou: The Wolf of Wall Street. O filme de Martin Scorsese baseia-se numa história verídica da vida de Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio), um jovem casado que consegue entrar para uma das maiores empresas de Wall Street de investimentos financeiros. No entanto, após a tão famosa segunda-feira negra (19 de outubro de 1987) para os mercados financeiros, onde houve grandes perdas e prejuízos, Belfort foi despedido e só encontrou emprego como corretor numa pequena empresa de investimentos em ações low cost. As comissões que ganhava em cada investimento que realizasse eram convidativas: 50% do valor monetário das transferências iam diretamente para o bolso do corretor. No entanto, as ações eram de startups que, à partida, não garantiam qualquer futuro e o seu preço andava na casa dos 10 cêntimos por ação. 

Com as suas excelentes capacidades de negociação, e com a pouca moral que o caracterizava, Belfort impingia compras avultadas aos seus clientes investidores, mentindo-lhes acerca do futuro das empresas, e com isso conseguiu fundos suficientes para abrir a sua própria empresa fraudulenta que cresceu imenso com as artimanhas do corretor pela ganância do dinheiro. 

O filme retrata, muito explicitamente, a vida boémia que Belfort levou durante os anos de glória da sua empresa Stratton Oakmont, nomeadamente a sua dependência por drogas e sexo. É de facto muito chocante saber aquilo que foi capaz de fazer com os seus clientes apenas para conseguir ainda mais dinheiro e choca ainda mais as suas atitudes que não demonstram qualquer tipo de arrependimento. Belfort é brilhantemente interpretado por Leonardo DiCaprio e os restantes personagens são igualmente corruptos, interesseiros e sem qualquer tipo de moral ou respeito. O egoísmo é claro, e a falta de escrúpulos é surpreendente. 

Sem nunca nos massacrar com os pormenores financeiros mais difíceis de interpretar, e mencionando de igual modo de forma súbtil as práticas fraudulentas que conduziram à recente crise económica e financeira pela qual recentemente passámos - só quem está ciente do assunto é que se apercebe -, The Wolf of Wall Street apresenta-nos uma realidade à qual não estamos habituados e é muito justo na caracterização das personagens. Esta foi a terceira vez que o vi e voltou a proporcionar um bom serão. 

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Quando os medos nos limitam

Se há coisa com a qual tenho aprendido a lidar nos últimos meses é com o meu medo. Há algumas situações que, para mim, são completamente assustadoras. E sempre que necessito de viver uma dessas situações sinto-me invadida por um medo que quase me prende e me faz sentir impotente. Sinto-me mesmo mal de todas as vezes em que deixo o medo levar a melhor, ainda mais quando não tenho, de forma alguma, motivos lógicos e racionais para ter efetivamente medo. E muitas vezes o meu lado racional tenta ultrapassar os bichinhos que me atormentam vezes e vezes sem conta, mas nem sempre com sucesso. 

Por isso é que acho tão importante trabalharmos e tentarmos perceber aquilo que nós tanto receamos. E, de facto, pôr-me à prova e encarar o medo de frente, não o deixando levar a melhor e sendo mais forte que isso, faz-me acreditar que, um dia, conseguirei ultrapassar isso. Conseguirei enfrentar alguns aspetos da vida sem medos, sem pensamentos negativos e sem hesitações. Não é fácil, não é simples e às vezes ainda me assusto - e muito! Às vezes o medo ainda é mais forte do que a minha vontade de o ultrapassar. Mas, outras vezes, consigo. E essas vezes provam-me de que sou capaz. 



quinta-feira, 3 de maio de 2018


Coisas boas acontecem quando nos atrevemos a sonhar mais alto, nos dedicamos de corpo e alma e temos a coragem de sair da nossa zona de conforto. Dream big, work hard and make it happen!

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Abril de 2018


Se março passou a correr, abril terminou quase num piscar de olhos. Este mês trouxe-nos chuva e mais chuva, com dias frios, mas também nos presenteou com dias quentes dignos de verão. As plantas começaram a florir e os dias finalmente a crescer. E estas alterações permitiram-me desfrutar ainda mais dos meus dias e fazer passeios sempre que possível na Natureza. Eu gosto bastante do inverno, dos dias de ronha e mimo embrulhada numa manta; mas adoro ainda mais os dias de sol e as temperaturas agradáveis para apreciar o mundo à minha volta.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Receitas: sumos naturais

Há já algum tempo que eu andava a ver liquidificadores cá para casa. A promessa de fazerem sumos naturais e smoothies de forma rápida e simples sempre me suscitou um grande interesse, pelo que quando a minha mãe me presenteou com um há umas semanas, em jeito de surpresa, eu fiquei eufórica. Desde então, tenho vindo a experimentar sumos naturais de fruta, misturando vários sabores para descobrir quais aqueles que melhor combinam. 

E foi numa dessas experiências que descobri um sumo maravilhoso. Os ingredientes são básicos: duas laranjas, uma banana, quatro folhas de hortelã, um pedacinho (muito pequeno, cerca de 3 centímetros) de gengibre e água. O resultado? Um sumo natural com um sabor fresquíssimo, ideal para os dias mais quentes que se avizinham. O segredo é não abusar no gengibre, que é bastante picante quando utilizado em grande quantidade, e misturar com água para diminuir a espessura do sumo. Em adição, eu fiz questão de utilizar um coador para tornar o sumo mais leve e não ter pedacinhos de fruta.

A minha próxima experiência será com smoothies. Ainda não pensei bem na fruta que quero utilizar, por isso estou aberta a sugestões. E vocês, costumam fazer sumos naturais em casa? Se sim, que ingredientes costumam utilizar?

Fotografia da minha autoria.

Telemóvel novo a caminho

Amanhã vou-me despedir do telemóvel que me acompanhou nos últimos 4 anos. Um telemóvel que esteve presente e registou momentos importantes da minha vida. Viu a minha relação começar e guarda consigo todas as mensagens trocadas desde então; acompanhou a minha licenciatura e registou a minha felicidade e orgulho quando fui finalista; experienciou comigo a minha primeira viagem de avião e as duas viagens que fiz a Toronto, bem como as pequenas viagens que fui fazendo dentro do nosso país; esteve comigo 24h por dia, 7 dias por semana, 12 meses no ano, sem nunca vacilar. Mas, amanhã, terei de lhe dizer adeus. Infelizmente já não consegue cobrir as minhas necessidades e, por isso, terá de ser substituído. 

O novo telemóvel, por sua vez, permitirá registos fotográficos com maior qualidade, atualizar as aplicações - vocês acreditam que já não atualizo aplicações há mais de um ano? - e instalar novas. Tem mais memória, um visor maior e um design que sempre me apelou. Estou ansiosa por o ir buscar, e quero finalmente usufruir de tudo aquilo que andei a perder até agora. Espero que supere as minhas expectativas!

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Estou numa fase muito bonita da minha vida.

Estou numa fase muito bonita da minha vida. Sinto-me plena em todos os aspetos e vertentes. E se por um lado a incerteza do meu futuro me deixa de certa forma insegura, assustada e angustiada - como é natural -, por outro sinto-me bastante bem, calma e serena e não deixo as preocupações retirarem-me toda a paz de que tenho usufruído. 

Sinto-me bem com todas as pessoas que estão na minha vida, neste momento. Tenho um namorado incrível, uma família maravilhosa e os meus amigos são os melhores do mundo. E eu sinto-me mesmo bem onde estou neste momento, a fazer o que faço. Ainda não terminei o mestrado, mas estou a trabalhar para isso; e o meu estágio curricular termina daqui a dois meses. Sei que a fase que se avizinha vai ser assustadora, mas, para já, estou tranquila. Gosto bastante desta fase em que estou a descobrir novos aspetos sobre mim, e em que estou a aprender a controlar muito bem certas emoções que, há uns tempos atrás, achava impensável. E, para além disso, tenho apostado mais em mim e no meu bem-estar. Tenho feito alterações nas minhas rotinas para o meu próprio bem e para minha saúda. E não podia estar mais orgulhosa de tudo. 

Eu estou mesmo numa excelente fase da minha vida. Os 23 têm-me ensinado tanto, e ao mesmo tempo sinto que ainda tenho muito que aprender. Não é maravilhoso sentirmo-nos assim? 

sábado, 21 de abril de 2018

Depois de uma semana bastante atarefada e desgastante, estou preparada para um fim-de-semana muito produtivo. Os objetivos são terminar mais um capítulo da dissertação e preparar pormenores relacionados com o estágio curricular, ao mesmo tempo em que aproveito alguns momentos dos dias - embora que curtos - para me desligar do mundo à minha volta e relaxar. Tenham um excelente fim-de-semana!

domingo, 15 de abril de 2018


Esta semana vai ser muito stressante para mim. Vou estar uma pilha de nervos, e muito ansiosa que chegue o próximo fim-de-semana. Resta-me respirar fundo e dar sempre o meu melhor. 
Regresso quando estiver mais descomprimida e me tiver saído o peso dos ombros. Até já!

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Linguagem Corporal: Porque é que os homens coçam a orelha... e as mulheres mexem na aliança

Se eu não gostasse tanto de Gestão e de áreas mais analíticas, tenho a certeza de que eu e a Psicologia iríamos usufruir de uma relação bastante mais próxima. Eu sempre me interessei por assuntos relacionados com o comportamento humano e nesta área inclui-se a linguagem corporal. A comunicação oral muitas vezes engana-nos; mas a liguagem corporal, essa, raramente falha. As atitudes, comportamentos e tiques das pessoas dizem-nos muito acerca daquilo que sentem no momento. E muitas vezes podem dizer-nos que estão a concordar com o nosso ponto de vista, quando apresentam atitudes ou expressões que nos indicam o oposto. 

Em a Linguagem Corporal: Porque é que os homens coçam a orelha... e as mulheres mexem na aliança, de Allan e Barbara Pease, aprendi não só a interpretar aquilo que as pessoas realmente pensam, como também a tentar tirar partido da comunicação corporal em diversas situações. Este livro é bastante completo e apresenta-nos situações que podemos encarar na nossa rotina, e de que forma devemos agir para demonstrarmos segurança e confiança em nós próprios. Ademais, o livro explica-nos as diferentes reações que devemos (ou não) ter com pessoas de diferentes países, porque, por exemplo, um cumprimento pode variar de acordo com a cultura de cada um. 

Após a leitura deste livro sinto-me bem mais informada e rica em relação aos conhecimentos acerca da linguagem corporal. Sinto-me igualmente capaz de esconder nervosismo, transmitir confiança, e de interpretar certos sinais que as pessoas inconscientemente nos vão mostrando. Recomendo vivamente a quem, como eu, tenha curiosidade sobre estas temáticas. 

terça-feira, 10 de abril de 2018

Hoje cheguei a casa bem mais tarde que o habitual. Estava cansada, molhada, e só me apetecia tomar um bom banho de água quente e sentar-me no sofá a descansar um bocado. Tinha ainda algumas tarefas para despachar, mas não o fiz. Em vez disso, fui direta ao quarto vestir o fato-de-treino. Era hora de treinar e de dar tudo durante os 40 minutos seguintes. Nem o cansaço de ter estado de pé 8h me desmotivou. Hoje teve que ser. E no final do treino senti-me bem melhor. 

Amanhã os músculos vão doer. Mas não faz mal. Chega de arranjar desculpas para falhar uns treinos aqui ou ali. A disstertação, o estágio e outros afazeres não podem nunca servir de desculpa para fazer aquilo que gosto e cuidar de mim. São apenas 3 dias por semana e eu sei que consigo arranjar tempo. Fui extremamente dedicada e disciplinada em relação aos meus treinos durante muito tempo, e não é agora que vou desistir de mim. Não volto a pensar "É só desta vez". Não volto a abrir exceções. O passo está dado. E eu já tinha saudades desta motivação.




domingo, 8 de abril de 2018

Planos para este domingo de chuva: terminar mais um capítulo da dissertação e ajudar na elaboração de um novo plano de treinos para mim. Bom domingo para todos!

sábado, 7 de abril de 2018

Família: Dos momentos que me acalmam

Há alturas das nossas vidas que são bastante complicadas. O stress da nossa rotina, os medos que nos assombram e os pequenos problemas e contratempos que vão surgindo deixam-nos cansados, nervosos e ansiosos. Há alturas em que simplesmente não nos apetece sair da cama nem enfrentar o mundo lá fora. 

Nesses momentos, eu adoro passar tempo com a minha família. Os dias em família cumprem quase sempre os mesmos planos: lareiras acesas, conversas à mesa e caminhadas. E estes momentos acalmam-me. Eu olho à volta da mesa, para cada uma das pessoas, e sinto-me bem. Sou uma sortuda por ter as pessoas que tenho na minha vida - incluindo namorado e amigos - e sou ainda mais sortuda por serem o meu porto de abrigo nas alturas que mais preciso. Não há melhor sensação do que esta. 

sábado, 31 de março de 2018

Março de 2018

Hoje termina o terceiro mês do ano. Continuo a achar que este ano está a passar a correr, mas sinto igualmente que tenho aproveitado da melhor forma possível. Março trouxe-nos muitos dias de chuva - não acham que já chega? - e a primavera começou com dias muito frios. Mas nem a chuva, nem o facto de ter estado doentinha nos últimos dias me impediram de preencher os meus dias com uma grande energia e positivismo. Só tenho pena que essa energia não se tenha transmitido aqui no blogue e que este tenha ficado mais parado este mês. Ainda assim, março foi um mês generoso e estes foram os meus momentos preferidos:

terça-feira, 27 de março de 2018

Das minhas férias

Esta semana tinha tudo para começar bem. Estou de férias, e tinha já traçado todos os planos para os meus dias de forma a que conseguisse trabalhar na dissertação, estar com as minhas pessoas e ter o meu merecido descanso. No entanto, ontem o meu corpo pregou-me uma partida e adoeci. Passei o dia inteiro mal, completamente cheia de dores de barriga, enroscada numa manta no sofá e sem vontade nenhuma para comer. Houve alturas em que me senti verdadeiramente sem forças para nada. 

Hoje, felizmente, tudo passou. Tive uma manhã igual ao dia de ontem, mas a partir do meio dia a dor abrandou e eu consegui almoçar. As tonturas persistiram, mas consegui recuperar muito bem no resto da tarde. Espero que amanhã esteja 100% recuperada e que consiga aproveitar ao máximo os próximos dias. Já não vou conseguir adiantar tanto a dissertação quanto gostaria - e sendo a Páscoa este fim-de-semana não consigo fazer muito mais -, mas vou aproveitar para matar saudades das minhas pessoas e para descansar o máximo possível. A semana começou, de facto, muito mal. Mas tem tudo para terminar da melhor forma!