sexta-feira, 10 de novembro de 2017

O amor está nas pequenas coisas

O amor, que é um sentimento gigante, capaz de abalar uma pessoa ou fazê-la sentir a mais feliz do mundo, está nas pequenas coisas. Está na forma como ele olha para mim sempre que me vê. Está na forma como ele me dá a mão, ou me afaga o cabelo. Está nos momentos em que ficamos no mimo sem fazermos mais nada, ou nas aventuras que vamos partilhando. O amor está nos jantares a dois, nos filmes que escolhemos ver, nos locais que decidimos visitar. E está nas conversas longas sobre o sentido da vida, nas trocas de argumentos sobre determinados assuntos, ou nas alturas em que discordamos um do outro. 

O amor está presente nas parvoíces que dizemos, e nas gargalhadas que soltamos juntos. No sorriso que esboço sempre que o vejo, e no brilho que tenho sempre que falo dele. Está presente em todas as vezes que ele me diz és linda, e em todos os elogios trocados. O amor está em nós, dentro de nós, e depressa surge quando estamos juntos. E também está na cumplicidade que temos. O amor encontra-se presente nas pequenas coisas que fazemos um pelo outro, mas o amor que sentimos, esse, esse é gigante. 


quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Porque é que decidiste começar outro blogue, Daniela?

Eu não me lembro da primeira vez em que decidi criar um blogue, nem me lembro do motivo pelo qual o fiz. Para ser sincera, nem me lembro sequer do nome que o mesmo tinha. Mas sei que escrevia com bastante frequência, sobre emoções que ia sentido e sobre os dilemas da adolescência na altura - devia ter uns 14 anos, penso eu. 

Depois desse blogue, surgiram outros. Continuei a escrever, embora sob um registo diferente do meu primeiro blogue, mas chegava sempre a uma altura em que não me identificava mais com o trabalho que estava a desenvolver. Não sei se foi por estar em fases bastante complicadas e exigentes da minha vida e de os blogues terem deixado de ser uma prioridade para mim, mas a verdade é que cada vez mais tinha menos vontade de escrever e, como tal, já não fazia sentido manter um blogue nessas condições. 

Contudo, passado algum tempo desde o último blogue, decidi voltar. E porquê?, perguntam-me vocês. Quem me conhece sabe que eu adoro escrever. Sempre gostei. E gosto de partilhar conteúdo. Se há algo que aprecio nos blogues é isso: a partilha de conteúdo, de várias áreas diferentes. E nesta fase nova da minha vida, em que estou a descobrir um lado de mim que desconhecia - o lado mais profissional -, optei por voltar ao ativo neste mundo da escrita e trazer novos conteúdos que me ajudaram bastante durante todo o processo de procura de trabalho. Mas este não é, de todo, o principal objetivo do Infinity. Esta é apenas uma nova temática que optei por abordar, sendo que as restantes serão do mesmo género dos blogues outrora criados por mim: partilha de gostos, opiniões acerca de diversos assuntos, e ainda algumas introspeções. 

Este blogue não foi pensado do dia para noite. Demorou meses - cerca de 3/4 - desde a ideia que tinha até à sua implementação. Queria que tudo fosse bem pensado, bem planeado, para não haver margem para erro. Optei por manter o mesmo design simples, com poucos detalhes, e com cores neutras. Demorei a pensar num nome com o qual me identificasse e que fizesse todo o sentido para mim (a escolha do nome será alvo de uma outra publicação), planeei o conteúdo que pretendia partilhar, fui fazendo ajustes aqui e ali e, após uma semana de férias tranquila longe de todas as redes sociais, decidi regressar. 

Dois meses depois da criação do Infinity, posso-vos garantir que estou bastante contente com todo o feedback que tenho recebido, e tenho estado motivada para continuar empenhada neste blogue. Por isso, espero que continuem a me acompanhar desse lado, e espero igualmente que eu esteja à altura deste desafio. 


terça-feira, 7 de novembro de 2017

Economia: Tudo o que Precisa de Saber

Já alguma vez se depararam com uma notícia na televisão ou um artigo num jornal que abordava conceitos económicos com os quais não estavam familiarizados? Ou então ouviram uma conversa de café acerca do crescimento do PIB português ou do aumento da dívida pública sem compreenderem ao certo do que se tratava? Eu penso que a maioria das pessoas entende o conceito de taxa de juro ou de taxa de inflação, mas será que conhecem a relação que existe entre as mesmas? Sabem como calcular o PIB de um país? Que tipo de mercados existem? Como surgiu a moeda? Que implicações têm para a economia as políticas que os governos vão adotando? E qual é afinal a diferença entre ações e obrigações? Porque é que os preços não se mantêm constantes ao longo do tempo? E se há falta de dinheiro em alguns países da zona Euro, porque é que o Banco Central Europeu não emite mais moeda?

Foi para responder a estas questões - e a muitas outras - que Alfred Mill, economista, decidiu escrever o livro Economia: Tudo o que Precisa de Saber. Embora nem todos gostemos do mundo da economia, gestão ou finanças, a verdade é que necessitamos de conhecer muitos dos seus conceitos para acompanharmos a evolução do nosso país, compreendermos a realidade que nos rodeia e para que consigamos tomar decisões mais racionais acerca das nossas finanças pessoais. Porque é que ocorreu a última crise económica e financeira que afetou quase todo o mundo e nos fez entrar num período de recessão? E, afinal, o que significa recessão? 

Com uma linguagem bastante simples, para que toda a gente consiga acompanhar os conceitos que vai apresentando, este livro ensina-nos tudo aquilo que precisamos de saber sobre economia. Para mim, que aprendi todos eles durante a minha formação académica, foi muito bom relembrar alguns. O livro apresenta alguns exemplos - na sua maioria sobre os Estados Unidos da América -, o que nos ajuda a entender melhor aquilo que vai explicando. Eu demorei bastante tempo a ler este livro porque voltava muitas vezes atrás e relia algumas partes. Sou suspeita porque sou da área, mas achei o livro tão interessante que tenho imensa vontade de o reler. Se gostavam de aprender mais sobre esta área, este livro é, sem dúvida, um bom começo.

Fotografia da minha autoria.

domingo, 5 de novembro de 2017

Agenda Lusa Ambar

Escolher uma agenda para mim nunca é um processo fácil. É mesmo difícil encontrar uma que preencha todos os meus requisitos e se encontre, simultaneamente, a um preço bastante acessível. Já referi algumas vezes que a minha falta de criatividade e paciência não me permite construir a minha própria agenda de forma a que satisfaça todas as minhas exigências, por isso, comprar acaba por ser a melhor solução. Mas nem sempre os designs me agradam, não apresentam vista semanal, ou não têm espaço suficiente para eu escrever aquilo de que necessito. Também não gosto que sejam facilmente maneáveis porque se podem estragar, nem gosto que sejam gigantes porque pesam mais e roubam espaço na mala. Juntando todos estes requisitos a um preço razoável, por vezes torna-se frustrante não conseguir ajustar uma agenda às minhas medidas. Conseguem entender o meu dilema? 

Desta forma, eu já andava de olho há bastante tempo nas agendas de 2018 porque precisava de apontar todos os compromissos que tenho já para o início do ano. Contudo, tal como seria de esperar, nenhuma agenda me agradava. Até que, na semana passada, me ofereceram a Agenda Lusa da Ambar. Costuma-se dizer que a cavalo dado não se olha o dente, mas a verdade é que esta agenda preenche-me as medidas! Todas elas. Primeiro, porque o design é lindo de morrer com os seus padrões de azulejos tão tipicamente portugueses. E não é só na capa: cada mês apresenta um padrão diferente. Depois apresenta uma visão semanal, onde posso ter uma noção daquilo que me espera em cada semana. E, por fim, é de capa dura, tamanho A5, e ideal para transportar de um lado para o outro. Mas ainda há mais: esta agenda apresenta ainda alguns extras que me deixaram encantada, desde autocolantes a páginas para despesas ou planeamento de viagens. Estou completamente rendida!


sábado, 4 de novembro de 2017

O LinkedIn

Arrisco dizer que toda a gente conhece o LinkedIn. Esta rede social tem sido bastante mencionada porque veio revolucionar o conceito de rede social. E porquê? Porque apresenta um propósito bastante diferente das restantes redes sociais que conhecemos. Aqui, o objetivo é criar um network com pessoas do mundo empresarial, que podem ser desde recrutadores a colegas de curso. Nesta rede social acompanhamos o desenvolvimento académico e profissional das pessoas que seguimos, e sabemos em primeira mão as novidades e propostas de emprego das empresas que queremos. Deste modo, é indicada para quem quer ter uma noção de como se encontram as ofertas de emprego de diferentes áreas, quer se encontrem à procura de emprego ou não, e saberem quem poderão ser os vossos eventuais recrutadores. Além disso, permite-vos tirar todas as questões e dúvidas que tenham acerca de determinadas vagas, através do uso do chat que a rede social possui. 

Mas então existem outros sítios onde posso procurar trabalho! Verdade. Podes procurar em centros de emprego, gabinetes de carreira, entre outros. Mas esta rede social é bastante útil porque te permite manter uma proximidade com as empresas que de outra forma seria impossível. E, além disso, funciona como um Currículo online onde partilhas todas as tuas conquistas, a tua formação e principais capacidades. Adicionalmente, permite ainda que partilhes no teu feed a tua opinião acerca de artigos, notíciais, entre outros. Podes ainda partilhar com a tua rede todos aqueles eventos que achas que te fizeram crescer como profissional, e explicar o porquê. E também é possível recomendarem pessoas com as quais trabalharam e são bons profissionais. Não é excelente? 

Devido a todas estas funcionalidades, eu tenho vindo a descobrir cada vez mais esta rede social e tenho passado bastante tempo a escolher criteriosamente as pessoas cujo percurso quero acompanhar. Trabalhei imenso para ter um perfil completo - embora ainda necessite de acrescentar algumas coisas - e isso tem-se notado com o impacto que tem tido. Não sou nenhuma expert do LinkedIn, nem tenho o melhor perfil do mundo ou o mais completo. Não partilho conteúdo todos os dias - aliás, é bastante raro fazê-lo -, mas vejo as ofertas que me agradam, e exponho as minhas dúvidas sempre que necessário. O objetivo é fazer com que o vosso perfil seja visto muitas vezes, e pelas pessoas certas. Quem sabe se não poderemos receber uma proposta de emprego? Em adição, eu tenho acompanhado pessoas bastante inspiradoras e isso é maravilhoso porque nos motiva a querer sempre mais e melhor. E só por isso vale a pena. 

Podem encontrar outras publicações sobre o Mundo do Trabalho aqui.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Sobre o meu medo de conduzir

Desde a primeira vez que conduzi um carro, ainda muito verde no que diz respeito a todas as suas funcionalidades, eu adorei a sensação. Lembro-me de estar bastante ansiosa com a minha primeira aula de condução e de ter saído de lá completamente radiante. Antes de começar sabia apenas o que cada pedal fazia, e como meter uma mudança. Nada mais. E tudo o que tinha aprendido foi através de questões a pessoas que conduziam já há imenso tempo, que pacientemente me iam dando dicas sobre como conduzir. 

As aulas foram passando, fui aprendendo cada vez mais, e ficava sempre muito entusiasmada quando sabia que ia conduzir. Concentrava-me ao máximo em todas as aulas para não cometer erros e fazer tudo na perfeição, não fosse eu uma perfecionista por natureza. E o mais importante de tudo é que eu adorava a sensação de liberdade - ainda que muito restrita naquela altura - da condução. Gostava até da responsabilidade que tinha nas minhas mãos. Mas sabia perfeitamente que tinha sempre alguém ao meu lado que poderia intervir se eu fizesse asneira. 

Contudo, após ter tirado a carta, essa sensação mudou. Continuei a gostar de conduzir e a sentir-me livre, mas em vez de ficar entusiasmada de cada vez que tenho que pegar no carro, eu fico nervosa. Muito nervosa até. Se sei que tenho que passar por aquele sítio e que vai ter imenso trânsito, eu quase que entro em pânico. Se tenho consciência de que terei que pegar no carro naquele dia, passo uma noite muito mal dormida e acordo com angústia. E se sei que tenho que conduzir sozinha, morro de medo. 

Agora que tenho a sensação de que tudo depende exclusivamente de mim, que o carro e as pessoas que se encontram nele estão à minha responsabilidade, eu ganhei medo. Muito medo. Tenho praticado bastante e até já peguei no carro sozinha à noite - passei a noite completamente em branco, acreditem! -, mas não deixo de morrer de medo. Os acidentes podem acontecer a qualquer pessoa, em qualquer circunstância, e podem até acontecer quando não sou eu a conduzir, mas a ideia de falhar, de pôr os outros em perigo, e de estragar um carro que não é meu assusta-me e torna-me muito menos desenvencilhada. Dava tudo para não me sentir assim. 

Questiono-me imensas vezes sobre o porquê de entrar à vontade e sem medos num autocarro com um desconhecido a conduzir, ou num carro em que não seja eu ao volante. Não sou eu que estou no controlo, por isso deveria sentir algum receio. Mas não sinto. Parece que duvido mais rapidamente das minhas capacidades do que propriamente da capacidade de terceiros. Eu tenho a perfeita noção de que me espera um longo trabalho pela frente, comigo mesma, para deixar de ter tantos receios e conduzir à vontade. Quero mesmo muito voltar a sentir entusiasmo sempre que vou pegar no carro. Não quero ter que fugir de algumas estradas só porque são mais confusas, ou porque tenho medo de as frequentar. E quero, acima de tudo, ser uma boa condutora, sempre consciente da minha responsabilidade, mas sem receios inerentes à condução em si. Pode demorar bastante tempo até que tal aconteça, mas eu vou lutar por isso. Custe o que custar. 

quarta-feira, 1 de novembro de 2017