sábado, 14 de outubro de 2017

Steak 'n Shake

A nossa maior dificuldade na maior parte das vezes é conseguirmos decidir, em conjunto, onde vamos almoçar/jantar porque, na maioria das vezes, nos apetece comer coisas diferentes, sendo que um dos dois acaba por ceder. Contudo, aquando da visita ao Porto, apesar de alguma troca de argumentos inicial sobre se deveríamos ou não abusar do fast food uma vez mais, ambos revelámos a curiosidade em experimentar o tão conhecido Steak 'n Shake.

Assim que entrámos no restaurante, a decoração do mesmo não nos foi indiferente. Para mim, que já visitei o Canadá, e para ele, que já esteve nos Estados Unidos, rapidamente associámos este conceito a alguns dos restaurantes que conhecemos nestes dois países. Esta cadeia de restaurantes reproduz fielmente o ambiente das hamburguerias dos anos 60 nos EUA, com fotografias deliciosas e uma música agradável. 

Na hora de pedir, eu optei pelo hamburger Guacamole, mas não quis milkshakes para acompanhar - assim como a minha companhia. Confesso que agora me arrependo um bocado, mas sei que tenho a oportunidade de experimentar no restaurante em Braga, que abriu recentemente. Em relação ao hamburger em si, mal o provei, disse logo que a mistura de sabores era deliciosa e de que a minha escolha tinha sido acertada. A carne é muito boa, e esta é sempre uma das minhas exigências, e os restantes ingredientes complementam-se de uma forma que eu comi e chorei por mais. Contudo, confesso que fiquei um bocado desapontada com as doses das refeições - tamanho do hamburger e quantidade de batatas -, que não são, de todo, generosas para o preço praticado quando comparado com outras hamburguerias que já visitei. 

Apesar deste pequeno pormenor, confesso que fiquei com vontade de voltar e provar outros hamburgers, e também dar uma oportunidade à outra especialidade da casa - o milkshake de morango e banana que me espere! O atendimento foi muito simpático e disponível, e como fomos numa hora decente, não tivemos que esperar quase nada pela refeição. Está aprovado!


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Porto, Portugal

No sábado passado decidimos aproveitar o facto de ainda não estarmos atolados de trabalho nas faculdades e viajamos até ao Porto. Esta é, de facto, uma cidade que eu não me canso de visitar, e o objetivo era conhecer sítios novos que nos despertassem curiosidade, e ao mesmo tempo visitar os sítios do costume, para aproveitarmos a paisagem maravilhosa que o Porto tem para nos oferecer. 

O primeiro sítio que eu queria revisitar foi a Ribeira. Não me canso daquela paisagem e tranquilidade que o som do rio e das gaivotas me proporciona. Eu não gosto de visitar esta zona quando se invade de turistas, mas neste sábado de manhã pude desfrutar da calma que aquele lugar me transmite. Faço sempre questão de atravessar a Ponte D. Luís I e maravilhar-me com a vista que o lado de Gaia nos proporciona. 


Acabámos por conhecer um lugar novo, do lado de Gaia, que apresenta esta vista fantástica sobre a cidade do Porto - o Jardim do Morro. O Jardim em si não é nada de outro mundo, apesar de bonito, mas tem uma vista que definitivamente vale a pena. 


Passeamos ainda pela Rua Santa Catarina, Aliados, Clérigos, Jardim da Cordoaria, Jardins do Palácio de Cristal, e por outras ruas e ruelas que fomos conhecendo e cujos nomes não me recordo. Apanhámos uma Feira do Livro dentro do Pavilhão Rosa Mota, na qual dispensámos algum do nosso tempo, e regressámos a Braga muito cansados - aquelas ruas com subidas íngremes dão cabo de mim! -, mas com vontade de voltar um dia mais tarde, mas de noite e numa altura com (ainda) mais tempo. O Porto é de facto uma cidade encantadora e eu tenho vontade de entrar em muitos sítios e conhecer novos locais sempre que penso em visitá-lo - como a Livraria Lello, cuja fila interminável me dissuade de a visitar. Quero saber mais sobre a sua história e perder-me vezes sem conta nas ruas que vou percorrendo. Por isso, fica aqui a promessa de um regresso para breve.



quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Diferentes formas de enriquecer o CV



Durante esta semana participei numa palestra para ajudar os novos alunos da Licenciatura em Gestão da Universidade do Minho, ao falar-lhes da minha experiência e opinião acerca da licenciatura em si, e ao dar-lhes dicas sobre como aproveitarem os próximos três anos que lhes esperam de modo a terem uma melhor preparação para o mercado de trabalho. Eu não tenho grande experiência com o recrutamento, porque conto pelos dedos de uma mão o número de entrevistas que fiz, mas vou lendo alguns artigos e vou estando atenta àquilo que alguns recrutadores vão partilhando - graças ao LinkedIn -, o que me ajuda a entender melhor o mercado de trabalho e os principais requisitos que as empresas normalmente têm em consideração na hora de escolher um candidato.

Deste modo, achei pertinente partilhar com vocês algumas dessas dicas que, a meu ver, podem fazer toda a diferença e que nos enriquecem tanto a nível pessoal como profissional. Já vos falei aqui da importância de termos um CV com um design apelativo e diferente, mas o conteúdo é o mais importante. Quero ainda referir que estas dicas se adequam tanto àqueles que iniciaram em setembro a jornada do ensino superior, como para aqueles que se encontram a meio ou já próximos do fim.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

2 years of endless love

Ainda me lembro, como se fosse ontem, de como tudo começou. Por isso é que me custa acreditar que já estamos juntos há dois anos. E embora tenha esta sensação de que passou tudo tão depressa, eu tenho a certeza de que ambos aproveitámos muito bem estes dois anos de muito amor, companheirismo, mimo e cumplicidade. 

No início da relação eu confessei-lhe o meu maior receio: que as nossas personalidades fortes não fossem compatíveis. E ele, desde aquele momento, tranquilizou-me sempre ao garantir-me de que nos daríamos muito bem, de que somos mais parecidos do que aquilo que eu achava. E tinha razão. Nunca antes tinha estado com alguém que me completasse da forma como ele me completa, nem com alguém cuja sintonia esteja sempre no nível máximo. São muitas as vezes em que nem precisamos de falar para saber exatamente aquilo que o outro está a sentir, nem precisamos de pedir porque sabemos aquilo de que necessita. E isto é maravilhoso!

Continuamos a conversar todos os dias, seja de que forma for, para saber como está a correr o dia. Continuamos a estar juntos várias vezes por semana, mesmo naqueles dias muito atarefados ou quando o mundo parece querer desabar e não temos vontade de sair do quarto. E, acima de tudo, continuamos a apaixonar-nos um pelo outro, cada vez mais, a cada dia que passa. 

Eu já não sinto borboletas inquietas no estômago como nos primeiros dias, mas continuo com um sorriso rasgado cada vez que o vejo, continuo a sentir palpitações fortes em alguns momentos que partilhamos, e continuo entusiasmada nos dias em que sei que vou estar com ele. Seja onde for, a fazer o que quer que seja, adoramos a companhia um do outro. E apesar de não saber aquilo que o futuro nos reserva, eu quero aproveitar todos os segundos que tenho com ele. Este amor surgiu repentinamente, e eu não o quero deixar escapar.

Parabéns a nós, meu amor.


sexta-feira, 6 de outubro de 2017


Amanhã vou passear pela baixa do Porto. Têm sugestões de lugares para eu visitar? 

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Estágio Curricular


Já tenho a empresa escolhida para o meu estágio curricular, e já escolhi de igual modo o tema para a minha dissertação. A partir de agora, tenho muito trabalho pela frente e tenho que me dedicar a 1000% neste trabalho. Tenho a perfeita noção de que os próximos meses serão bastante exigentes, mas estou bastante motivada e sinto que me saiu um peso de cima por ter finalmente tudo tratado e definido. Wish me luck!

terça-feira, 3 de outubro de 2017

The Martian (2015)

The Martian (2015), protagonizado pelo tão conhecido Matt Damon, que incorpora o papel de Mark Watney, retrata a história de um astronauta que integra uma equipa da NASA e que se encontra em Marte numa missão. Quando uma assustadora tempestade surge, todos decidem abandonar o planeta, deixando Mark para trás por acharem que se encontra morto. Contudo, o inesperado acontece: Mark acorda sozinho, num planeta diferente, e longe de toda a realidade que conhece. 

The Martian é um filme muito comovente. Ao longo das cerca de duas horas da longa metragem vamos acompanhando a evolução do comportamento de Mark, que tenta de tudo para sobreviver num planeta onde não há vida, não há oxigénio e não há ninguém. Como é que vai lutar pela vida se a comida não chega para tanto tempo? Como é que sobrevive sem água? Como é que vai tentar contactar alguém do planeta Terra? E como é que vão tentar resgatá-lo sabendo que a sua comida se encontra racionada e que a viagem dura meses e meses? 

Com tantas decisões para tomar, e pondo a inteligência de todos a funcionar, este filme expõe uma verdadeira luta para conseguir o resgate de um ser humano que, à partida, se encontra condenado à morte, completamente sozinho. Além disso, aborda questões que, em caso de vida ou de morte, são essenciais. E retrata de igual forma todos os problemas que vão surgindo à medida que o tempo vai passando, e que todos os minutos e esforços são fulcrais quando a vida de Mark está em risco.

À medida que o filme passava, fui ficando cada vez mais envolvida na história e, adicionalmente, deu para compreender alguns conceitos da física e do espaço. The Martian consegue agarrar os amantes do espaço ao ecrã, mas também proporciona bons momentos àqueles que pouco se interessam por estas temáticas, na medida em que não é muito denso em termos de explicações e é fácil de compreender todos os aspetos mencionados. Sem dúvida, um bom filme para rever um dia mais tarde!