sábado, 30 de setembro de 2017

Setembro de 2017


Quando decidi criar o Infinity, ponderei imenso sobre se devia elaborar uma introspeção acerca dos meses que iam passando. Estas são, de facto, publicações que enchem a Blogosfera no final de cada mês, e há já vários formatos idênticos em alguns blogues. Apesar de serem publicações um tanto ou quanto repetitivas, a verdade é que eu continuo a achar importante meditarmos sobre tudo o que tem acontecido na nossa vida, o bom e o mau, quais os aspetos que podemos melhorar, aquilo que mais gostámos, e lembrarmo-nos de todos aqueles que nos fizeram felizes. 

Deste modo, optei por também trazer uma introspeção mensal, mas num registo um bocado diferente. Em cada mês, de acordo com o número estabelecido para cada um, partilharei a lista de coisas que mais me marcaram, quer seja positiva como negativamente. A título ilustrativo, acerca do mês de setembro, partilharei 9 aspetos que me marcaram durante este mês. E para os restantes meses o processo repete-se, sendo que para outubro serão 10, novembro 11, etc. Só mesmo nos casos em que tal não seja possível (por exemplo, posso não ter efetivamente 9 coisas para partilhar durante este mês) é que vou indicar apenas os aspetos que achar mais relevantes.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Incerteza


Não saber o que o futuro a curto-prazo me reserva assusta-me. Não consigo planear os próximos meses, nem posso combinar saídas e mini-férias com ninguém por não saber como estarei daqui a uns meses. E esta incerteza assusta-me. Sempre tive o meu futuro bem delineado, e sempre fui pessoa de pensar em tudo bem antes de as coisas acontecerem, por isso, esta situação de não saber como estarei assusta-me. 

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

A importância de um CV com um modelo diferenciador

Para quem está a entrar no mercado de trabalho, a realização de um CV é uma das tarefas mais importantes, e talvez uma das mais difíceis. A indecisão não passa só por realizar uma triagem cuidadosa relativamente à informação que pretendem que conste no documento, mas também por escolher o modelo mais adequado para os cargos a que se vão candidatar. Já lá vai o tempo em que a maioria das empresas optava pelo modelo standard da Europass, por isso, hoje em dia, temos que ser mais cuidadosos com a escolha do design do nosso CV.

Pessoalmente, eu tenho dois formatos de CV: o tal da Europass, para o caso da empresa exigir, e um modelo mais atrativo e customizado, que é o que normalmente envio. E existem algumas razões para eu ter perdido algum tempo com a elaboração de um CV diferenciador. 

Em primeiro lugar, destaca-me dos restantes candidatos. Se todos enviarem um CV da Europass, e eu enviar um CV com um modelo diferente, o meu CV automaticamente destaca-se dos restantes. E mesmo que só enviem CVs com modelos alternativos, o meu CV pode chamar a atenção por um detalhe ou outro que contenha, e por ser visualmente atrativo. Se enviasse um CV Europass, nesta última situação, provavelmente destacaria-me pela negativa. 

Por outro lado, passa a imagem de que realmente somos inovadores e nos preocupamos seriamente com o objetivo, porque dedicamos tempo a transformar o nosso CV em algo mais atrativo aos olhos dos recrutadores. O CV acaba por ser o primeiro contacto que têm com uma empresa, por isso não querem que a vossa imagem fique logo manchada sem sequer terem uma oportunidade para a entrevista. 

Contudo, é necessário também ter em consideração que, como em todas as situações, menos é mais. O modelo que decidirem adotar/elaborar não pode ser demasiado colorido, ou confuso, sob o risco que serem automaticamente eliminado. E não encham o CV com imagens ou símbolos. Optem sempre por cores mais neutras, se usarem, com um design simples e apelativo, e que siga um padrão fácil de entender. Se tiverem a informação espalhada por diversos cantos, não estão a facilitar a vida ao recrutador que depressa de irá fartar de procurar pelas coisas. E cuidado também com o tipo de letra e cor que utilizam. Esqueçam as fonts demasiado trabalhadas. Na dúvida, optem sempre pelo mais simples.

Gostaria ainda de acrescentar que o design, de facto, não é tudo: é mesmo muito importante que tenham experiência profissional na área, participem em associações, façam voluntariado e desenvolvam competências fundamentais para a vossa área. O design apenas capta a atenção nos primeiros segundos, enquanto que o conteúdo trata do restante.


terça-feira, 26 de setembro de 2017

Não quero mudar o mundo, apenas mentalidades!

Aqui há tempos estava numa esplanada a argumentar que, na minha opinião, ainda existe demasiado preconceito para com as comunidades ciganas em Portugal e que tal não deveria acontecer em pleno século XXI. As pessoas que estavam comigo, que partilham dessas ideias pré-concebidas para com pessoas dessa etnia, contra-argumentavam com os modos de vida e aspetos culturais que vão contra a nossa legislação e própria cultura. Contudo, apesar de ter consciência desses aspetos e de não concordar com alguns deles, continuei a expor o meu ponto de vista de que a sociedade maioritária precisa, urgentemente, de acabar com esses estigmas e respeitar as pessoas o máximo possível, dando a mesma igualdade de oportunidades para todos, independentemente da etnia, religião ou orientação sexual. Argumentei ainda que se eu fosse exatamente a mesma pessoa, com os mesmos ideais e formação académica, mas que porventura tivesse nascido cigana, não teria as mesmas oportunidades que tenho hoje, no que diz respeito ao mercado de trabalho.

Após alguns minutos de discussão, eis que um senhor, que atentamente ouvia a conversa na mesa do lado, proferiu que eu, apenas uma menina, já queria “mudar o mundo”. Pelas suas palavras rapidamente me apercebi de que o senhor em questão partilhava do mesmo preconceito que muita gente detém para com a comunidade cigana. E rapidamente lhe respondi: não quero mudar o mundo, apenas mentalidades!

E é verdade. Eu não quero mudar o mundo. Por mais que gostasse de acabar com a fome, pobreza e guerras, eu tenho a plena consciência de que não consigo. Mas quero mudar mentalidades! E irei continuar a tentar até que consiga ver com os meus próprios olhos que a etnia, a religião, orientação sexual, a cor de pele, etc, não condiciona, de todo, a vida de um ser humano. Eu quero acabar com os estigmas que são incutidos muitas vezes a crianças que crescem com ideias erradas sobre outros seres humanos e que, mais tarde, transmitem ao próximo. Tenho a perfeita noção de que este meu objetivo é utópico, e que provavelmente o preconceito, xenofobia, racismo, entre outros, andarão de mãos dadas com a sociedade durante muitos anos, mas se conseguir mudar a perceção de algumas pessoas sobre estes assuntos, já me sinto mais feliz e realizada. Porque a pouco e pouco, todos podemos fazer a diferença!

Esta minha opinião veio a ser, posteriormente, corroborada pelas manifestações às afirmações que um candidato à Câmara Municipal de Loures realizou, onde ficou explícito, através de vários comentários que li em redes sociais e em sites de jornais, que ainda existe muito preconceito relacionado com esta minoria étnica - já para não falar dos outros casos que têm ocorrido por este mundo fora. E é por isso que vou continuar empenhada neste meu objetivo de mudar mentalidades. 

Convido-vos a ler este artigo do jornal Expresso. Tive a sorte de conhecer alguns dos entrevistados e são, de facto, pessoas muito inspiradoras. Que querem voar mais alto, mesmo que lhes estejam sempre a tentar cortar as asas. 


segunda-feira, 25 de setembro de 2017


Cada vez mais aprecio os almoços de domingo que se prolongam pela tarde fora. Não há nada melhor do que estarmos com as melhores pessoas do mundo. Adoro a minha família!

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Olá, eu sou a Daniela

Sei que alguns dos meus leitores já me conhecem - alguns até pessoalmente -, mas há sempre pessoas novas que visitam o Infinity e não fazem uma pequena noção de quem eu sou. Sei que a pouco e pouco, com as minhas publicações, vão ficar a conhecer-me cada vez mais, às minhas rotinas, pensamentos, gostos, entre outros. Contudo, decidi elaborar um texto a falar um bocado acerca de mim, porque acho importante conhecermos um pouco mais as pessoas que nos escrevem. 

Tal como certamente já repararam, o meu nome é Daniela Costa, tenho 22 anos e sou de Braga. Licenciei-me em Gestão e encontro-me neste momento no 2º ano do Mestrado em Engenharia de Sistemas, na Universidade do Minho. Adorei a minha formação base (licenciatura), e imagino-me a trabalhar em qualquer uma das áreas de gestão, mas optei por me especializar em Logística por ser uma área muito desafiante. 

Nos meus tempos livres gosto muito de ler livros e notícias. Acho que toda a gente deveria estar atento ao que nos rodeia. Adoro praticar exercício físico em casa (sim, é possível!), mas também adoro comer chocolate. Não consigo resistir. Sou demasiado gulosa por sobremesas (cheesecakes, bolos de bolacha, mousses, saladas de fruta, pudins, etc), e as entradas são a minha perdição. Gosto de escrever, de passear, conhecer locais novos e falar com as pessoas da região, e um dos meus objetivos é visitar mais de 100 países. Ainda estou longe de atingir esse objetivo (só estive em 4), mas acredito que vou conseguir. Sou uma pessoa muito determinada e, embora desmotive de vez em quando, nunca perco o foco para atingir aquilo que pretendo. Sou também a pessoa mais despachada que conheço. Sempre que tenho trabalho para fazer, consigo fazê-lo rapidamente e com qualidade. Depressa e bem há pouco quem, mas há ainda quem consiga. Tenho trabalhado imenso nos últimos tempos para me tornar uma pessoa mais paciente, e a pouco e pouco tenho conseguido. Há muitas coisas que me tiram do sério, mas deixo esse desabafo para outra altura. Adoro leite com chocolate, mantas, e um bom filme. Adoro também estar na cama e ouvir a chuva lá fora. Mas gosto igualmente dos dias de praia e de sol. Acho que o nosso clima é adequado para mim. Não gosto que me olhem nos olhos por muito tempo porque sinto-me sempre intimidada. O meu maior medo é morrer (inevitável, eu sei), mas também sofro bastante quando tenho que falar em público. A sorte é que na hora de começar a falar o medo de dizer disparates e gaguejar desaparece. Mas sofro antes. Gosto muito, mas mesmo mesmo muito da minha família, namorado e amigos, e tenho as melhores pessoas comigo. E descobri agora que não gosto muito de falar sobre mim, acho sempre que nunca tenho nada de jeito para dizer.


quinta-feira, 21 de setembro de 2017


Não gosto nada de ter que matutar em assuntos e ter que tomar decisões rapidamente que podem mudar o rumo da minha vida.